Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 19/07/2020

Após quatro meses de pandemia e de quarentena, os impactos na economia causado pelo coronavírus são evidentes e claros a bolsa despencou mais de 10% em diversos setores outros mais outros menos e essa crise causada pelo vírus pode ser e está sendo comparada a “Grande Depressão” ou também conhecida como “A Crise de 1929” causada pelo crédito dado pelos bancos centrais Britânicos e Estaduniense.

Angel Gurría, secretário-geral da entidade, afirmou em entrevista à BBC que o choque econômico já é maior do que a crise financeira de 2008 ou a de 2001, após os ataques de 11 de Setembro daquele ano. Um crescimento global previsto para este ano de 1,5%, disse, já soa otimista demais. Para ele, é quase uma confusão de desejo com realidade acreditar que os países vão se recuperar rapidamente, mesmo que não se saiba estimar direito qual será o tamanho do desemprego e das falências empresariais. Gurría prevê que quase todas as grandes economias do mundo entrarão, nos próximos meses, em recessão, ou seja, sofrerão declínio econômico por ao menos dois trimestres consecutivos. A entidade tem pregado aos países-membros que, como estratégia contra a pandemia, priorizem e ampliem maciçamente os gastos em diagnóstico e tratamento de pessoas infectadas.

pandemia de coronavírus vai levar a economia mundial a registrar em 2020 o pior desempenho desde a Grande Depressão de 1929, segundo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI). O órgão passou a estimar que o Produto Interno Bruto (PIB) global deve recuar 3% neste ano. A projeção do FMI é a de que os país mais ricos tenham uma retração na atividade de 6,1%, enquanto a atividade dos países emergentes e das economia em desenvolvimento deve recuar 1%. Para os EUA, a estimativa é de uma retração de 5,9%. Já para a China a previsão é de uma alta de 1,2%, após um crescimento de 6,1% em 2019. O FMI projeta que 80% dos países vão apresentar recuo da atividade econômica (154 países em 193) em 2020. Tomando como base todos os países da amostra do FMI, em 2009, 47% dos países tiveram retração (91 países em 192), segundo levantamento do Ibre/FGV. Entre os países que já entraram em recessão técnica ao acumular dois trimestres seguidos de retração estão Alemanha e Japão.

Então com esses dados percebe-se que será necessário que os países tomem medidas mais liberais na economia dando mais espaço para o mercado poder se reerguer, como abaixar os impostos não só para as grandes empresas mas também para os microempresários e comerciantes. Óbvio que isso não vai resolver a crise porém vai ajudar a economia a crescer novamente após a pandemia, e que fique de lembrança para caso ocorra outra pandemia a humanidade deverá ser mais cautelosa