Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 26/07/2020

O avanço do novo Coronavírus afetou e continua afetando diretamente os mercados ao redor do mundo. Em decorrência deste avanço, foi necessário que os países adotassem a medida de exclusão social, decretando assim o fechamento das escolas, do comércio, das fronteiras e entre outras entidades que movimentam a economia das nações. Embora ainda seja difícil estimar a magnitude do choque da pandemia na economia, afinal não se sabe por quanto tempo ela perdurará, já é consenso que a economia global e o PIB (Produto Interno Bruto) de todos os países atingidos deverão crescer menos que o esperado em 2020, sendo o pior desempenho desde a Grande depressão de 1929.

Em consequência dessa pandemia, vê-se a todo instante que milhares de pequenas e médias empresas têm sofrido, e muitas dessas têm chegado até mesmo a falência. Como sequela, milhares de pessoas vem ficando desempregadas, sendo assim, as mesmas sem receber nenhum tipo de remuneração, devem cortar gastos frequentes com comércio, o que propicia a estagnação da economia. Outra consequência foi o estreitamento das relações comerciais entre os países por conta do fechamento dos portos, que também pode gerar grandes impactos e uma imobilidade da economia global.

Além de tudo isso, ainda não se sabe ao certo quanto tempo a pandemia e seus efeitos restritivos irão durar. Se o período for ainda mais longo do que o esperado, ou caso haja novas ondas de disseminação do novo coronavírus, os impactos sobre a economia podem ser duradouros. Em países em desenvolvimento, a crise pandêmica pode levar a uma fuga de capitais. Isso quer dizer que o dinheiro posto por estrangeiros pode ser retirado em ritmo acelerado, com pouco dinheiro novo entrando, isso pode levar a desvalorizações das moedas locais, trazendo dificuldades para os países que não têm reservas para conter variações fortes no câmbio.

Em virtude dos fatos mencionados, é imprescindível que após conter a pandemia de Coronavírus, as nações se reúnam, para unirem forças e debaterem as melhores formas de minimizar os grandes impactos que a pandemia terá gerado na economia mundial. De modo que todos os países em união possam desfrutar da desestagnação econômica, através do restabelecimento de trocas comerciais, para que a economia esteja em constante movimento.