Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 27/07/2020
Em virtude da rápida proliferação do Coronavírus, decretou-se em inúmeras regiões do mundo como forma de prevenção a saúde pública populacional, o isolamento social, no qual os indivíduos permanecem em suas residências e saem quando somente há necessidade. Consequente a essas ações, a demanda de atividades comerciais e procura de produtos despencaram, as relações econômicas internacionais sofreram efeitos colaterais, países entraram em recessão, impactando, assim, na economia global.
No Brasil, além da exigência do distanciamento social, deliberou-se o fechamento dos comércios não essenciais: academias, shoppings, casas de eventos, barbearias. Essas medidas atingiram a economia, de modo que empresários e comerciantes precisaram repensar em sobreviver em meio a crise. Alguns negócios decretaram falência, outros adotaram o estilo de trabalho de home office, que é o trabalho de forma não presencial realizado da residencia do empregado, outros continuaram ativos, mas com um número reduzido de funcionários, algumas empresas se beneficiaram da medida provisória 936 sancionada no dia 1 de abril de 2020, optaram pela suspensão de contratos ou redução de jornada de trabalho, entretanto, ainda sim ocorreram demissões. Segundo a estimativa realizada pela Instituição Fiscal Independente - IFI - a taxa de desemprego deve chegar a 14,2% ao fim de 2020.
Ainda na tentativa de minimizar os impactos do desemprego entre os brasileiros, o governo Bolsonaro implementou o auxílio-emergencial, estipulado em R$ 600, para ajudar as pessoas menos privilegiadas na sociedade. Em contrapartida, o valor definido não é o suficiente não é capaz de suprir as necessidades das famílias brasileiras e ainda há de ressaltar-se que muitos não receberam ou foram negados. A saída encontrada para o sustento de muitos brasileiros foi a informalidade. Usando a criatividade para fazer o trabalho e atender as regras do distanciamento. Outras pessoas sobrevivem com os recursos da solidariedade de grupo de pessoas que contribuem com recursos básicos: alimentos, itens de higiene, kit de prevenção ao Covid-19.
Portanto, é necessário que o governo tome medidas mais enérgicas para combater o Coronavírus, uma vez que a população possui inúmeras dificuldades comportamentais para o cumprimento das simples medidas sanitárias determinadas. Além de rever os gastos públicos e destiná-los a situação prioritária: a saúde coletiva do país e a sobrevivência dos brasileiros. E também, viabilizar investimentos de pesquisas para que facilite a produção de vacinas, sendo assim uma forma de minimizar os danos a saúde, promovendo a prevenção e o retorno da circulação populacional de forma gradativa, consequentemente escapando da recessão econômica.
Tendo em vista que uma das alternativas do comerciante economizar financeiramente em meio a crise é com a diminuição de funcionários, gerando aumento na taxa de desemprego, os quais também sofrem com a falta de renda salarial. Com isso, o número de trabalhos informais aumentam, com o objetivo de buscar algum sustento para a família,
]Gerando uma taxa de desemprego elevada. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística - IBGE -, o índice de desemprego na população obteve alta de 26% em um período de sete semanas. enfrentada, é com a diminuição de funcionários, que também sofrem com a falta de renda salarial. Com isso, o número de trabalhos informais aumentam, com o objetivo de buscar algum sustento para a família, uma Tendo em vista que uma das alternativas do empregador economizar financeiramente em meio a crise vez que o home office não abrange toda população.