Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/07/2020

A luta contra vírus causadores de doenças pandêmicas é uma questão recorrente na sociedade. Hodiernamente, após uma década da pandemia ocasionada pela gripe A de 2009, o cenário se repete com o Coronavírus e ainda pode ser observado o grande despreparo da população ao lidar com isso. Assim, tal enfermidade é responsável não somente pelos elevados índices de mortes, mas também pelo ordinário choque econômico mundial, uma vez que a pandemia está diretamente relacionada com a recessão de capitais. Portanto, é necessário analisar as vertentes do impasse.

Em primeiro plano, com a Constituição Federal de 1988, no Brasil houve a instituição do SUS (Sistema Único de Saúde), que tem como principal pilar a defesa da saúde como direito de todos. Entretanto, em virtude ao caos no sistema público gerado pela pandemia do coronavírus, milhares de brasileiros perderam a vida. Dessa forma, acentua-se que a irresponsabilidade social possui expressiva influência tanto no aumento das contaminações, quanto no elevado índice de mortes.

Outrossim, é válido analisar sob a ótica do filósofo Edward Lorenz, em que explicita a Teoria do Caos, na qual afirma que as pequenas atitudes no presente podem implicar em mudanças de âmbitos maiores no futuro. A analogia de Lorenz está coligada às situações econômicas na crise da Covid-19, já que mesmo após o surto econômico global, o mercado de investimentos estará em constantes oscilações. Por isso, as ações negativadas e falidas da bolsa de valores faz com que essa crise seja a mais próxima da Grande Depressão de 1929.

Dado o exposto, cabe à mídia, meio de comunicação e elemento persuasivo, o dever de ampliar os ideais à favor da quarentena como medida preventiva, por meio de propagandas em períodos de maior audiência, a fim de reafirmar a importância de cumprir o isolamento, para diminuir o contágio e mortes. Ademais, o Estado, através de projetos que autorizem verbas emergenciais, planeje fundos monetários resguardados para crises, com o intuito de prevenir grandes quedas nos capitais.