Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 21/07/2020

A pandemia do novo coronavírus tem causados sucessivas quedas na bolsa de valores pelo mundo, além de impactos na produção industrial, comércio, emprego e renda. Diversos países já entraram em recessão e, na avaliação de vários economistas e observadores, a economia global deverá sofrer anos até se recuperar das perdas da crise provocada pelo coronavírus. Com isso diversos países desenvolveram medida a fim de diminuir o déficit econômico como: estímulo monetário, estímulo fiscal e o auxílio emergencial. Estratégia essas quem tem apresentado um bom desempenho em país desenvolvidos ao contrário dos países subdesenvolvidos.

A anos o mundo não passava por uma crise, a mais recente foi a " A crise mundial do subprime" em 2008. Ocorrido devido o aumento da inadimplência por causa das altas taxas de juro, levando grandes instituições financeiras à falência. Porém na atualidade o fator causador e a pandemia, que impede que as empresas produzam levando as mesmas ao mesmo desfecho ocorrido a 12 anos atrás. Além do fato do aumento dos índices de desemprego.

Como resultado, os governos mundiais criarem meios a diminuir as consequências da crise. Médias essa que ajudaram a diminuir os impactos econômicos em alguns países exemplo: Estados Unidos, Japão e Canadá. Já outros países tiveram problemas para poder prestar esse tipo de auxílio, fato que ocorre principalmente com o Brasil. Que já vinha passando por uma crise econômica a dois anos atrás, e por ações duvidosas do governo ocasionou no problema atual do país.

Portanto, medidas são vitais para resolver tais problemas. Como a intervenção da ONU nesses países que se encontram com maiores dificuldades para manter a sua economia. Com o empréstimo de fundos das nações que já se encontram em situações mais estáveis. E esse empréstimo serviria para as pessoas desempregadas e para empresas poderem se manterem durante um período de tempo.

Podendo assim a economia mundial se manter minimamente estável evitando que países entrem em crises piores pós-pandemia.