Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 21/07/2020

A Constituição Brasileira de 1988 garante a saúde como direito e todos e dever do Estado, de forma eficiente e gratuita. Entretanto, com o advento da pandemia do COVID-19 no mundo contemporâneo, o globo encontra-se em uma colapso sanitário e econômico, sujeito a crise orçamentária da saúde pela necessidade da criação de novos leitos e abalos nas balanças comerciais externas devido à quebra de diversas economias e relações internacionais entre países abaladas, contendo o avanço social.

É sabido que a globalização, resultado da diminuição das distâncias e avanço dos meios de transporte, acentua a capacidade de contaminação do vírus e faz ser necessário aumentar o potencial de internações, quantidade de equipamentos e equipe especializada. Além disso, o caráter global da doença torna mais difícil e concorrido o acesso aos equipamentos básicos para a prevenção, tal como respiradores e equipe médica, por isso, é necessário um grande investimento das áreas de saúde, e por consequência o possível colapso monetário do sistema.

Ademais, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), durante o primeiro trimestre de 2020 - e ascensão do COVID-19 - o comércio de mercadorias caiu 3%, devido à necessidade de importação apenas de bens essenciais mesmo pelos países ricos, capaz de gerar uma iminente queda no setor secundário mundial. Ainda, a China foi alvo de diversos ataques xenofóbicos, tal como o pronunciamento do Deputado Eduardo Bolsonaro, o qual acusava a o país de ser culpado pelo vírus, após o pronunciamento, a embaixada chinesa declarou que a relação amistosa China-Brasil foi afetada - e todos os que compactuam sujeitos a tal decréscimo também.

Portanto, é dever do FMI investir nos países por meio de corte de juros em importações e transações externas a fim de incentivar o comércio externo e permitir a movimentação da economia interna desses. Outrossim, é dever da OMC ministrar a liberalização econômica nos países por meio da organização de para auxiliar os Estados a intervirem nas economias para que seja possível manter o mercado ativo e evitar quedas comerciais.