Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 23/07/2020

É sabido que em 2009, no México, a gripe H1N1 ganhou destaque no cenário globalizado. A doença foi caracterizada como pandemia, se alastrando por diversos países e afetando, consideravelmente, a economia global. Contudo, uma década depois, uma nova doença ganha forma na contemporaneidade: O Coronavírus. Tal enfermidade é responsável não somente pelos elevados índices de mortes, como também pelo choque econômico recorrente, já que a pandemia está relacionada de forma bem expressiva com a recessão de capitais. Dessa forma, é necessário analisar as vertentes acerca do impasse.

Em primeiro plano, é válido analisar sob a ótica do filósofo Edward Lorenz, da qual explicita a Teoria do Caos. Nela, o pesquisador afirma que as pequenas atitudes no presente podem implicar em mudanças de âmbitos maiores no futuro. A analogia de Lorenz está coligada às situações econômicas na crise do Covid-19, uma vez que após o surto pandêmico, o mercado de investimentos está em constante oscilação em virtude da renda variável, as bolsas de valores possuem ações negativadas e falidas e há um aumento dos gastos públicos como forma de se desvencilhar da pandemia. Isso está atrelado as falhas governamentais no estágio inicial do novo Coronavírus, visto que houve um ceticismo por parte dos representantes em relação ao isolamento social.

Paralelo a essa perspectiva, é fato que há uma linha tênue entre as defasagens econômicas e os descasos com os métodos de prevenção contra o vírus, o que reafirmam a Teoria do Caos. Países os quais não seguiram à risca o LockDown - em especial o Brasil -  possuem dificuldade para reaver as atividades, o que prejudica toda a nação e a obriga trabalhar por Home Office. Todavia, o novo meio de trabalho não é segurança de economia estável, o que só concretiza ainda mais a necessidade de uma boa base governamental para progressão e melhoria dos países.

Medidas, portanto, são necessárias para minimizar a recessão atual. Logo, cabe ao Ministério da Saúde o dever de ampliar os ideais à favor do LockDown como medida preventiva, por meio de propagandas veiculadas pela mídia - entre os horários das telenovelas, período de maior audiência - e pela divulgação de outdoors que reafirmem a importância de cumprir a quarentena, à vista de diminuir o contágio e progredir nas ações comerciais. Ademais, compete ao Ministério da Economia a tarefa de planejar fundos monetários resguardados para as crises, por intermédio de projetos aprovados pela Câmara dos Deputados dos quais autorizem verbas destinadas aos setores emergenciais, com o fito de auxiliar as comunidades nas épocas fragilizadas e prevenir quedas nos capitais. Assim, espera-se que o novo vírus não desestabilize o equilíbrio mundial.