Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 23/07/2020

Após a Segunda Guerra Mundial, os países participantes, e talvez os que não participaram também, perceberam que crises afetam simultaneamente a economia de todos os envolvidos. Com o advento da pandemia de COVID-19, essa realidade se tornou mais presente ainda. A posição mais sensata dessa situação é não investir às cegas, prezando pela compreensão da gravidade e da sensibilidade envolvidas. Desse modo, é importante discernir corretamente as novas oportunidades de mercado e criar um ambiente propício para o investimento nessas inovações.

Primeiramente, a epidemia global provoca o sistema de saúde de todos os países, causando desestruturação de instituições não relevantes. Como Friedich Hayek explica, momentos de grande provação dos sistemas financeiros envolvidos em determinado setor forçam a redistribuição dos recursos utilizados. Esse evento cria novas opções de captação de materiais e pessoal. Portanto, reconhece-se que o mercado desestabilizado pelo vírus irá se recompor conforme a nova necessidade.

Posteriormente, nenhum setor econômico sobrevive isoladamente, não há como negar isso. Conforme o próprio Adam Smith articula em suas teorias, as instituições conseguem se manter através da realidade externa às empresas, a aceitação social, e dos fatos internos contando com a legitimação legal e com boa administração de bens e cooperadores. Dessa forma, os empreendedores competentes precisam de valorização política de suas realizações financeiras em prol da estabilidade em meio à crise.

Logo, entende-se que os impactos da pandemia sobre o sistema de economia global são tanto inicialmente danosos para a antiga realidade, quanto construtores de uma nova normalidade financeira. Sendo assim, o Ministério da Economia deve estimular a inovação em novos negócios úteis em tempos de calamidade através da liberação legalizada de realização de qualquer atividade econômica moralmente aceita em sociedade com fim em eliminar os riscos de investimento gerados em lei. Desse modo, será possível que as organizações privadas ajudem na manutenção econômica.