Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 24/07/2020
O livro O cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a pandemia tem provocado grande impacto na saúde e principalmente na economia brasileira, afetando a sociedade como um todo. Assim, seja pela restrições no comércio, seja pelo fechamento de empresas ou funcionamento parcial, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que devido ao isolamento social, por causa do alto risco de contagem, muitos comércios tiverem restrições severas, prejudicando a economia. Somado a isso, pode-se evidenciar que devido a essas medidas, muitas lojas, bares, restaurantes, shopping centers tiveram que fechar suas portas ficando desfavorecidos com relação as suas vendas, deixando os estoque em excesso. Logo, de acordo com os dados do site Correio Braziliense 20% das empresas estão com estoque excessivo, trazendo um impacto milionário para toda a sociedade. Portanto, é notório que tais medidas podem causar um aumento significativo de prejuízos para a economia nacional deixando o país numa crise bilionária.
Além disso, é impresincivel ainda que o fechamento de empresas de grande, médio ou pequeno porte trás pontos negativos para toda a população brasileira. Partindo da vertente que com o encerramento de muitas empresas, a taxa de desempregados crescerá significativamente. Sendo assim, segundo o site Correio Braziliense 2,4 milhões de vagas de trabalho podem ser fechadas no comércio em apenas três meses. Dessa forma, pode-se observar que o Governo Federal está tendo uma baixa arrecadação de impostos da população e principalmente de empresas e comércios locais ou nacionais.
Em suma são necessários medidas capazes de mitigar a problemática. Em seguida, é dever do Governo Federal , juntamente com o Ministério da Economia criar um imposto sobre grandes fortunas, que teria alíquotas de 1%, 2% e 3% incidindo sobre o patrimônio que for maior do que R$ 20 milhões, R$ 50 milhões ou R$ 100 milhões, respectivamente, o potencial de arrecadação de um imposto assim seria de R$ 40 bilhões por ano, por meio de um projeto nacional analisado e administrados por especialistas na área, para poder assim aumentar arrecadação governamental, e por meio dessa maior arrecadação o Governo poder ajudar grandes, médios ou pequenos empresários ou comerciantes nessa crise mundial do coronavírus.