Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 24/07/2020
A sociedade de hoje está passando por um dos momentos mais dramáticos das últimas décadas: a atual pandemia de coronavírus, onde já foi registrado mais de seiscentos e trinta casos de mortes mundial. Ainda se acredita que o impacto econômico das medidas preventivas adotadas pela maioria dos países afetados justifique o relaxamento imediato dessas medidas, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde.
É necessário perceber que essas pessoas não estão erradas. As principais medidas preventivas são o distanciamento e o isolamento social. Desde Adam Smith e David Ricardo, é sabido que a fonte de toda a riqueza é o trabalho. Se as pessoas não têm emprego, não haverá produção de riqueza, renda ou consumo para promover o desenvolvimento econômico. Este é um círculo vicioso e seu impacto é óbvio: uma crise econômica causando desemprego generalizado e pobreza generalizada.
De acordo com um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), a pandemia de coronavírus fará com que a economia mundial registre seu pior desempenho em 2020 desde a Grande Depressão de 1929. A agência começou a estimar que o produto interno bruto global (PIB) cairá 3%. A pandemia causou perdas históricas no mercado de ações. Nos Estados Unidos, a bolsa teve seu pior primeiro trimestre desde 1987. Em todo o mundo, a perda de mercado é estimada em aproximadamente quatorze trilhões de dólares.
A fim de solucionar esse empasse, é necessária a mobilização de certos agentes implicados nos impactos da pandemia na economia. Portanto, o estado deve desenvolver políticas de assistência social para amenizar a crise econômica, por intermédio do governo, com a aprovação de medidas sociais citadas acima. Como resultado dessa nova perspectiva, a população não enfrentará tantas dificuldades financeiras e nem passará dificuldades durante a pandemia.