Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 24/07/2020
O novo coronavírus, tendo o nome oficial COVID-19, surgiu em dezembro de 2019 em Wuhan, na China. Rapidamente, essa doença se espalhou pelo resto do mundo, fazendo com que a maioria dos páises entrasse em uma pandemia que gerou grandes impactos em todos os setores, principalmente a economia, que sofreu maiores consequências, pelo fechamento de fronteiras entre nações. Além do fechamento de fronteiras, também houve o fechamento de comércios, que afetou diretamente e indiretamente a vida de todos.
Em primeiro plano, é preciso atentar-se para o crescente índice de desemprego em todo o mundo. Diante essa informação, de acordo com pesquisas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a estimativa é que a crise da COVID-19 irá reduzir 6,7% de horas de trabalho mundialmente, o que equivale ao desemprego de 195 milhões de trabalhadores integrais. Ademais, os setores que mais correm risco com tal estimativa são os da alimentação, hospedagem, turismo e manufatura.
Em segundo plano, é necessário salientar as consequências do fechamento de empresas em meio à pandemia. Em exemplo, a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) indica que em sua região, a crise do Coronavírus provocará o fechamento de 2,7 milhões de empresas. Prova disso é o Brasil, cujo milhões encerraram suas atividades e cerca de 600 mil fecharam definitivamente. Entretanto, a maior parte das empresas prejudicadas estão classificadas como micro e pequenas.
Portanto, algumas medidas devem ser tomadas a fim de amenizar esta problemática. Cabe a Organização Mundial da Saúde, junto com a Organização Mundial do Comércio iniciar estudos e testes para uma eficiente e segura vacina que tenha os anticorpos necessários para combater a doença e com isso, analisar possíveis estratégias para retornar a economia mundial ao que era antes, de forma que empresas possam ser reabertas e o número de desempregos caia, visando ajudar as pessoas que foram prejudicadas com esta crise.