Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 24/07/2020
No ano de 1348 a Peste bubônica ocasionou grandes impactos na economia da época. Semelhante a pandemia global do Coronavírus. Outrossim, reivindica um amoldamento econômico generalizado, esta adequação resulta em impactos negativos na economia, conforme a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) o mundo vai levar anos para se recuperar do impacto da pandemia do novo coronavírus.
Em primeiro plano, vale ressaltar que o impacto do coronavírus na economia é questionável. A começar do setor industrial até o comercial todos os setores vivenciam a crise, seja no comercio com a redução do freguês ou ainda no setor industrial com a interrupção dos trabalhos. Ademais, Segundo Adam Smith em sua obra “A Riqueza das nações” afirma que “O estado não deve interferir na economia. Ela se ajusta por si só”, entretanto a pandemia demonstra a carência da sociedade pelo estado para a regulação de leis que priorizem o bem estar da população em momentos de crises tal como sociais como econômicas.
Em concordância com aludido os impactos do coronavírus na economia se descobrem no encalço de todas as áreas da economia, portanto cabe ao governo do estado oferecer durante a pandemia do coronavírus mais benefícios tanto para o proletariado quanto ao capitalista de modo a apoiar o emprego do e reduzir os impostos para que ainda exista consumo. A população humana vivenciou algo similar ao COVID-19 em 1920, a Gripe espanhola. Diante disso, vale notificar que com a ajuda e a solidariedade dos habitantes, é uma doença que pode ser superada, assim como a dificuldade econômica proposta em diversos países.
Dessa forma, cabe aos governos, junto da ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliar a demanda de contratos nas empresas, diante da grande taxa de desemprego consequente da pandemia, controle na emissão de valores monetários, investimento em setores básicos da indústria, de modo a garantir uma recuperação econômica segura e gradual.