Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 26/07/2020

Durante o início do século XX, surgiu na europa as Vanguardas Europeias, movimento artístico-literário que tinha como objetivo expor a realidade vigente. Durante esta época houve a ascensão da Primeira Guerra Mundial e foi por meio da arte que artistas expressaram os resultados sociais e econômicos deste conflito. Tanto neste período como no decorrer de pandemia de COVID-19, a economia sofreu impactos, como a falta de investimentos de capital. Esta falta causa problemas globais, como: a falência de empresas e o aumento do desemprego.

O mercado financeiro funciona por meio da lei de oferta e procura. Quanto maior a demanda por certo produto ou serviços, maior será a fabricação deste dentro das fábricas ou maior será a contratação de pessoas capacitadas para realizarem estes serviços. Mas, durante crises econômicas, pode-se observar que tal relação sofre com isto. Tem-se como exemplo, a Crise de 1929, sofrida pelo Estados Unidos da América, que abalou a bolsa de valores. E, como consequência, levou a falência de diversas empresas, houve desemprego em massa e a pobreza assolou grande parte da população americana.

Decerto, a pandemia gerou impactos na economia, tanto do Brasil como no mundo. De acordo com o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-, o número de desempregados diante da situação pandêmica teve alta de 26% em sete semanas, no Brasil. Com isso, pode-se concluir que é imprescindível que sejam realizadas medidas para diminuir essas consequências globais.

Diante do exposto, é necessário que os países afetados economicamente pela pandemia de COVID-19 adotem medidas sócio-econômicas. Estas medidas teriam como objetivo incentivar o investimento de capital, tanto de empresas como da população local. O Ministério da Economia no Brasil, em parceria com Governo Federal, adotou essas medidas, como o auxílio emergencial. Este tem como objetivo fornecer um valor de seiscentos reais para ajudar a população de seu país.