Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 26/07/2020
O filme “Contágio” retrata o alastramento de um vírus, que mais tarde configura uma epidemia e subsequentemente uma pandemia. A realidade, contudo, não se difere do meio ficcional, já que a população mundial vem lidando com um agente infeccioso, que ocasionou um colapso sanitário muito parecido com o do filme em questão. Nesse sentido, entende-se que tal crise desencadeia uma série de outras, sendo a econômica a mais agravante e com maior índice de problemas gerados por conta de sua queda.
Em primeiro lugar, deve-se compreender que os diversos setores da sociedade são intimamente ligados entre si, ou seja, um influência o outro. Tal fato é corroborado por um estudo realizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), em que este atesta o recuo do comércio global em até 32% devido a pandemia. Evidencia-se, por meio disso, a correlação existente entre a área da saúde e a econômica, onde uma impacta diretamente sobre a outra de maneira negativa ou positiva.
Ademais, percebe-se que as empresas de grande, médio e pequeno porte acabaram por adotar medidas de cortes financeiros, que conseguissem contornar o colapso na economia ao qual se encontravam imersos. Vê-se estas atitudes com clareza em uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em que cerca de 1 milhão de brasileiros foram demitidos, com o intuito de permitir que as unidades comercializantes permanecessem ativas. Dessa forma, depreende-se que tanto os funcionários quanto os chefes de empresas, acabam por sentir o impacto negativo da área sanitária em suas contas bancárias.
Em vista dos argumentos apresentados, nota-se a necessidade de que a Organização Mundial de Saúde, juntamente com as unidades de saúde de cada país, elabore uma vacina que promova a redução dos casos de covid-19 o mais rápido possível, para que assim a estabilidade sanitária seja alcançada e as influências maléficas sobre outros setores seja mitigada. Além disso, cabe aos presidentes empresariais se reunirem junto aos líderes sindicalistas dos trabalhadores a fim de formular acordos, que garantam tanto os empregos dos funcionários quanto preservem os interesses financeiros das empresas.