Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 26/07/2020

A Pandemia de Gripe espanhola –século XX- atingiu grande parte dos países no pós Primeira Guerra Mundial, matando cerca de 500 milhões de pessoas. Ainda nesse prisma, a expansão do novo Coronavírus atinge os cinco continentes do planeta e matou mais de 600 mil pessoas em 7 meses, mutando drasticamente a economia mundial. A partir disso, é importante analisar como o esfriamento do comércio e a falência de profissões não essenciais, são fatores primordiais para discussão de tal problemática.

Em primeira análise, o fechamento repentino do comércio brasileiro, colaborou para uma queda drástica da comercialização de produtos não essenciais, o que atingiu diretamente os lucros do país. Parafraseando o filósofo economista britânico Adam Smith, o mercado é autorregulável, isto é, controla-se pela lei da oferta e da procura. À vista disso, pressionar o comércio nacional para que haja um aumento de lucros e investimentos é negar as recomendações dos órgão nacionais e internacionais de saúde que limitam a circulação e aglomeração de pessoas. Diante disso, o cenário atual desfavorece os investimentos no comércio que enferruja a máquina administrativa.

Além disso, o fechamento do comércio não essencial, o não funcionamento de turismo, não existência de festas e contatos sociais, desfavoreceu o vínculo empregatício de muitos profissionais e como também os funcionários de “free lance”. De acordo com o Fundo Monetário Internacional -FMI- no ano de 2020 o Produto Interno Bruto cairá cerca de 3%. Posto isso, estima-se que no pôs pandemia muitas profissões darão lugar à indústria 4.0, preservando a agilidade e segurança no pôs pandemia que garantirá o “novo normal”. Sendo assim, é inevitável a reciclagem das profissões de forma a se ajustarem às necessidades futuras.

Nesse ínterim, observa-se que a pandemia tem sido um agravante para a economia global. Desse modo, cabe ao Governo por meio do Ministério da Tecnologia criar um aplicativo o qual facilite o funcionamento do comércio na pandemia para aumentar os atendimentos com o fito de movimentar a economia nacional. Como também cabe aos Estados e Municípios promoverem as distribuições e fiscalizações de rendimentos a fim de ajudar as pessoas que se encontram em situação de alta vulnerabilidade devido à pandemia. Assim, a economia brasileira entrará em estabilidade.