Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 27/07/2020
Devido a pandemia, a sociedade atual passa por uma das maiores crises econômicas da história. Tal qual, afirma Angel Gurría, secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que o abalo de 2020 já é maior que a crise financeira vivida em 2008 e em 2001, após os ataques de 11 de setembro daquele ano. Ademais, é perceptível que a economia global se encontra em declínio constante depois do surto do novo coronavírus. Assim como, comércios, industrias e cidades turísticas estão com dificuldade de reabertura de suas atividades, algumas até decretando falência, devido aos critérios de isolamento social impostos. Assim sendo, cabe o debate de tais consequências em nosso meio.
Como foi projetado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) a retração no desempenho econômico de países mais ricos deve ser de 6,1%, enquanto a atividade dos países emergentes será de apenas 1%. Em adição, vemos que cidades que vivem de sua reserva baseada no turismo, estão passando por grandes dificuldades financeiras, como por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro, que antes gerava cerca de 10% do PIB nacional através do turismo, atualmente se vê impossibilitado de gerar lucros, devido ao baixo fluxo de viajantes. Dessa maneira, comprometendo drasticamente o progresso econômico esperado para o ano.
É evidente que, o tardamento da reabertura do mercado, preocupa cada vez mais a classe empresarial, que mesmo sem sua atividade comercial, arcam com compromissos de despesas operacionais. Uma vez que, não possuem lucros em seus negócios, comerciantes priorizam demitir funcionários ou até mesmo decretarem falência devido aos altos custos de mantê-los. Logo, são observados aumentos nas taxas de desemprego, diminuição da renda familiar, criminalidade…
Portanto, medidas emergenciais são necessárias para resolver o impasse, como foi dito por Adam Smith “O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção”, obrigando assim o Fundo Monetário Internacional (FMI) juntamente com os governos e ministérios de cada país, procurarem, de forma organizada, reestruturar a economia internacional, visando um maior lucro para os países mais afetados. Além disso, criarem leis que visam a retomada imediata das suas atividades, tanto de comércios, como do turismo, por exemplo, a abertura de lojas com base em uma distância específica entre elas, sendo de até 06 metros de distância, com o funcionamento em dias alternados. Dessa forma, retomando com responsabilidade o funcionamento de forma gradual e sem aglomerações, evitando assim maiores prejuízos e controle das taxas de contaminados pelo vírus.