Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/07/2020

A história nos mostra um grande marco histórico para a economia global, que ficou conhecida como A Grande Depressão. Essa crise econômica  começou quando o Estados Unidos, após a Primeira Guerra Mundial, sofreu com uma superprodução e alta acumulação de produtos em estoque que ocasionou na queda das ações da Bolsa de Valores de Nova York, em 29 de outubro de 1929. Um fato parecido com esse é o que vem ocorrendo no ano de 2020 com a pandemia do Covid-19. Por isso se torna importante entender como agir para minimizar os impactos dessa crise mundial.

Em virtude dos fatos mencionados, cabe analisar o contexto econômico brasileiro. O impacto da crise do novo coronavírus pode ser analisado em qualquer gráfico de ações de todo o mundo. Quando se analisa a Índice Bovespa (Ibovespa) - maior e mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas no brasil - nota-se uma grande queda de seu valor.  O ponto mais crítico a se registrar ocorre de fevereiro para março, onde o índice de mercado cai de cerca de 116 mil pontos para cerca de 63 mil pontos.

Em consequência disso, como diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), das 1,3 milhão de empresas que fecharam, (temporária ou definitivamente) neste ano até a primeira quinzena de junho, 522,6 mil foram por causa da pandemia do novo coronavírus. Trazendo como resultância o aumento da taxa de desemprego no Brasil. Que, de acordo com o IBGE, ficou em cerca de 12% no primeiro trimestre do ano, mostrando um aumento de 1% em relação ao ultimo trimestre de 2019.

Tendo em vista os fatos observados, cabe ao Ministério da Economia, aparado pelo Congresso, analisar meios para minimizar os impactos dessa crise. O Congresso deve aprovar a Proposta de Emenda Constitucional Emergencial, reduzindo o gasto obrigatório do Estado, para que haja uma mudança na regra do teto de gastos, abrindo espaço para o investimento publico. Ademais, é necessário um suporte monetário para os que perderam a renda para evitar a disseminação da pobreza e uma queda no consumo. A fim de retomar a economia após o coronavírus.