Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/07/2020

A sociedade atual passa por um dos momentos mais dramáticos das últimas décadas: a presente pandemia do coronavírus, a qual já causou quase duzentas mil mortes. Ainda assim, há quem acredite que os impactos econômicos não são tão devastadores.

É necessário reconhecer que estas pessoas não estão todas erradas. As principais medidas preventivas são o distanciamento social e a quarentena. Se as pessoas estão afastadas do trabalho, não há produção de riqueza, não há renda e não há consumo a movimentar a economia. É um ciclo vicioso cujo impacto é claro: uma crise econômica com amplo desemprego e empobrecimento geral da população.

Entretanto, a superlotação das unidades de tratamento intensivo devido a esta pandemia já é fato nas maiores cidades do mundo: de Nova Iorque e São Paulo. Sem UTI disponível, dezenas de milhares de pessoas a mais morrerão pela simples impossibilidade de tratamento, e as únicas medidas comprovadamente eficazes para evitar que isso não aconteça, são os mesmos citados acima, distanciamento social e quarentena.

É evidente, portanto, que a vida é insubstituível e muito mais valiosa do que qualquer bem ou serviço que possa ser oferecido pelo mercado. Assim, é fundamental que todos colaboram fazendo a sua parte no combate ao coronavírus: o Estado, por um lado, deve atuar na conscientização da população, e no desenvolvimento de políticas de assistência social para amenizar a crise econômica; e a sociedade, por outro lado, deve manter o distanciamento e a quarentena a fim de não sobrecarregar o sistema de saúde, e se houver o caso de ter que sair na extrema emergência, não esquecer o uso das máscaras, para assim evitar o número de aumento de infectados.