Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 29/07/2020

“A economia é a base da estrutura social, sobre a qual serão construídas todas as demais relações.” Tal frase dita pelo filósofo Karl Marx, evidencia a problemática do colapso na economia global causada pelo corona vírus. Com a falência de inúmeros comércios, o desemprego e a drástica queda no consumo, a situação traz prejuízos sociais. A adoção do lockdown como tentativa de conter a rápida contaminação do vírus, provocou o remate da economia nacional, contribuindo para esse cenário. Isso mostra o quão importante é sanar esse revés.

É impressionante observar que o novo corona vírus espalhou-se de forma acelerada, sendo, na maioria dos casos, letal para os participantes do grupo de risco. Dessa forma, diversos países optaram pela proibição do funcionamento de escolas, comércios, e qualquer ambiente de aglomeração, a fim de evitar a contaminação em massa e um possível colapso no sistema de saúde. No entanto, a resistência popular em aderir as medidas de segurança contribuiu para que a pandemia persistisse, impedindo que o comércio pudesse voltar a funcionar sem grandes riscos. Ademais, o prejuízo causado pelo fechamento levou empregadores a demitirem seus funcionários, que ocasionou queda no consumo de produtos não-essenciais e a necessidade de distribuição de um auxílio emergencial vindo do governo. Evidencia-se, então, o quadro negativo vivido pela economia global.

Certamente, o desemprego leva à queda no consumo, que como dito por Adam Smith: “é a única finalidade da produção”. Logo, é previsível que comércios não-essenciais sejam altamente prejudicados e levados à falência. Além disso, os gastos públicos com a área da saúde crescem significantemente, a exemplo de Wuhan, na China, que, segundo o jornal G1, teve um hospital construído em 10 dias para atender a demanda de atendimento. Outrossim, o pagamento do auxílio emergencial adotado por certos países, pode gerar grandes dívidas mesmo com a circulação do dinheiro, se não for devidamente planejado. Incontestavelmente, a queda na economia leva à queda no desenvolvimento global, que sofrerá com retrocessos em diversos âmbitos, causados pela diminuição da circulação monetária. Tal situação mostra que medidas devem ser tomadas com antecedência para amenizar esses impactos.

Diante do exposto, portanto, é necessário que o governo de cada país trace planos de crescimento eficientes para recuperar o prejuízo econômico no menor tempo possível, além de fornecer auxílios financeiros à população necessitada, de acordo com a realidade monetária da região. Somado a isso, a adoção do e-commerce (comércio eletrônico) pelos pequenos e médios empresários pode evitar que o número de vendas permaneça em queda, e deve ser feito com auílio de instituições apoiadoras do empreendedorismo, como o Sebrae no caso do Brasil. A sociedade, por sua vez