Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 10/08/2020
Devido a pandemia causada pelo Coronavírus, vários aspectos mundiais foram afetados, bem como a economia. Diversos estabelecimentos e empresas fecharam, consequentemente milhares de pessoas estão agora desempregadas. Inquestionavelmente, o declínio econômico mundial é eminente.
Comparada a crise de 1929, a recessão econômica atual teve o pior desempenho, de acordo com o relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O órgão estima um recuo no PIB global de 3%. Em contraste com o FMI, a Organização Mundial do Comércio (OMC), acredita que o comércio regressará 32% neste ano. A projeção do FMI afirma que 80% dos países vão apresentar recuo da atividade econômica, nos países emergentes devem recuar em 1%, além disso, os países mais ricos terão uma retração na atividade de 6,1%.
Indubitavelmente, a recuperação da crise não será imediata. Para Angel Gurría, secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), um crescimento global, previsto para esse ano, de 1,5% já seria otimista demais. Para ele, o desejo de crer na recuperação rápida dos países, mesmo que não se saiba estimar corretamente o número total de desempregos e falências empresárias, contradiz com a realidade. O secretário prevê que as grandes economias, dentro de meses, sofrerão um declínio econômico, por pelo menos dois trimestres consecutivos.
Embora o declínio na economia seja eminente, é necessário que os líderes governamentais conduzam projetos que controlem a epidemia, que incentive as vendas de modo seguro, que auxiliem os desempregados financeiramente, afim de ajudar à economia a não quebrar, tanto hoje quanto futuramente no pós pandemia.