Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 10/08/2020
Em meados da década de 20, os Estados Unidos viviam até então sua melhor acensão financeira, esse período ficou conhecido pelos “Loucos anos 20”. Entretanto, em 1929, a bolsa de valores de Nova Iorque quebra, dando inicio a maior crise estadunidense, fazendo com que milhares de empresas fechassem suas portas pela alta inflação e endividamento. Sendo assim, a economia mundial atualmente se encontra parecida com a daquela época, mas sucedendo do novo corona vírus. Consoante a uma queda enorme no PIB mundial, a alteração econômica sofre pela má gestão pública de redução de danos, e também pela demora de recuperação econômica futura.
Em primeiro plano é necessário destacar a queda do PIB de diversos países, com exceção da China, a qual teve seu PIB elevado em 1,2%, segundo a FMI, os demais países tiveram uma retração dependendo de seu nível de desenvolvimento. Em síntese, países desenvolvidos tiveram uma queda de aproximadamente 6% e os em subdesenvolvimento uma queda de 1%. Decorrente disso, uma gestão pública deveria realizar ações de incentivo e auxilio financeiro, mas em países como o Brasil, o presidente finge ignorar esse enorme problema, enquanto em países como o Canadá se preocupa com o bem estar da população e também com sua economia, incentivando empresas a manterem seus funcionários.
Paralelamente à recessão vivida pela maioria dos países, de acordo com a OCDE, o mundo levará ao menos dois trimestres para conseguir recuperar-se economicamente dos prejuízos deixados pelo corona vírus. Segundo Angel Gurría, secretario geral da OCDE, a crise fomentada pelo Covid-19 já supera a ocorrida em 2008 e 2001, podendo-se estimar a falência de milhões de empresas e comércios locais pelo mundo todo. Dessa forma, se compararmos com crises passada enfrentadas pelo mundo, a que mais se assemelha certamente é a dos anos 30, a qual influenciou e afetou o mundo inteiro.
Em síntese, visando reduzir aos danos causados pela crise do corona vírus, é preciso ações públicas, por meio do ministério da economia unido com os órgãos reguladores do dinheiro público, incentivando financeiramente empresas incapazes de manterem seu ritmo nesse tempo de instabilidade. Ações estas que mantem funcionários ganhando seus salários e fazendo com que o mercado financeiro não estagne e acentue os problemas desse desequilíbrio econômico. Entretanto, empresas capazes de manterem seu ritmo, tais como mercados, não devem demitir seus funcionários, mantendo os empregos e garantindo a sobrevivência monetária dessas pessoas. Com essas ações é possível minimizar o estrago deixado pelo novo corona vírus.