Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 10/08/2020

A atual pandemia de coronavírus, semelhante às de gripe espanhola, H1N1 e peste bubônica, as quais assolaram a humanidade no passado, vêm trazendo graves problemas. Além de causar a morte de mais de 700 mil vítimas e contaminar cerca de 20 milhões de indivíduos, está causando sérios impactos na economia global, recuando o produto interno bruto (PIB) e a atividade comercial da grande maioria dos países.

Os impactos da pandemia são alarmantes, visto que afetam os mais variados setores da economia e sociedade. Nesse meio, além de elevar drasticamente as taxas de desemprego, causa o fechamento de indústrias, escolas e comércio, principalmente de microempreendedores. Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC) o comércio global irá recuar em até 32% neste ano. Entretanto, o choque econômico é maior do que o causado pela crise financeira de 2001, após os ataques ao World Trade Center, em 11 de Setembro.

É fato que a economia levará um certo tempo para recuperar e voltar ao antigo normal. A dificuldade nas interações sociais é uma barreira, pois dessa forma, é inviável o contato com grandes grupos de pessoas, como em viagens, empresas e escolas, levando em consideração o risco de contágio. Visto isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma queda de 80% nas atividades econômicas na maioria dos países, bem como um recuo de 3% no Produto Interno Bruto mundial. Com isso, podendo ser comparada à crise de 1929, resultado da quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, o desempenho econômico mundial pode ser ainda pior.

Em suma, tendo como base todos os riscos e prejuízos causados pela pandemia de coronavírus, o Governo Federal poderia investir em ações para reduzir o impacto da atual situação na economia e conscientizar os cidadãos sobre medidas de prevenção. Poderiam ser criados planos de ajuda financeira à população, facilitando o acesso e a compra de produtos básicos, bem como uma redução dos preços de alimentos e serviços de primeira necessidade como água e luz. Portanto, com a ajuda do governo na garantia de acessibilidade à serviços essenciais e com a conscientização dos indivíduos sobre protocolos de segurança pessoal, seria mais rápida a volta das atividades coletivas.