Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 10/08/2020

Em um cenário pandêmico como o atual, além do grave e principal problema de saúde pública, o Estado ainda tem a difícil tarefa de controlar a economia do país. Portanto, é necessário que haja certo controle e equilíbrio para que não ocorra uma explosão de infectados, e para que os comércios não fechem as portas e a economia quebre.

E em meio a esse conflito mundial, dados do FMI projetam que 80% dos países apresentarão retração nas atividades econômicas em 2020. Países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, possuem um recuo previsto de 1% na economia. Porém, o Brasil vem sofrendo graves consequências e uma enorme crise política com a chegada do COVID-19, sendo o segundo país com mais casos no mundo (3.035.582 milhões de infectados), atrás apenas dos EUA (5.127.133 milhões de infectados).

Com isso, o maior problema atual é manter um equilíbrio entre o controle da pandemia e da economia. Para donos de grandes empresas, um fechamento do negócio por longo período, acarretará em demissões em massa, e assim consequentemente o aumento de desempregados que em sua maioria não encontrarão novos empregos e sofrerão com graves problemas econômicos dentro de suas casas. Pior ainda para pequenos empreendedores e comerciantes, onde obrigados a fechar suas únicas fontes de renda, sofrerão os mesmos problemas que desempregados.   Dessa forma é preciso que maior parte da população tome consciência do momento atual, evitando aglomerações desnecessárias como festas e encontros, e além disto, apoiar pequenos negócios e comércios de rua, por meio de aplicativos e delivery. E em casos de saída necessária, tomar o respeito pelo distanciamento social, uso correto de máscara, e ademais medidas de prevenção. Tendo em vista os aspectos mencionados, a opção de querer o encerramento das atividades econômicas do setor terciário pode ser completamente equivocada e gerar problemas como ocorridos na “Grande Depressão” nos EUA em 1929.