Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 17/08/2020
No que se refere impactos da pandemia na economia, que sem dúvidas, ocasionaram transtornos não somente no âmbito das empresas mas também no campo de investimentos, faz-se necessário assegurar a restauração e a vida financeira da população após o isolamento.
Em primeiro lugar, de acordo com a Épocanegócios, em 2020 o rendimento médio real do brasileiro chega a ser de 2.398 reais por mês, isto é, 2.690,7 reais a menos do que a média, que por sua vez é de 5.088,7 reais por mês. Isso se dá por conta do baixo rendimento empresarial e consequentemente, mais de um milhão de pessoas ficaram desempregadas e apenas 13,2% da população está trabalhando remotamente, conforme o IBGE.
Em segundo lugar, no contexto investimentos, o Brasil presenciou a queda nas ações de companhias de vários setores, uma delas, a aérea. Ademais, os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação em 2020, de 1,63%, para 1,72%. E por fim, a taxa Selic está em 2%, o que afeta investidores de renda fixa. Por isso, os investidores são levados a parar de investir em setores importantes para investir no que é seguro, o ouro, por exemplo.
Tendo em vista esse aspecto, com o fim da pandemia, a economia deve ser restaurada, visto que, ela é fundamental para a vida financeira das pessoas, dos negócios e dos investidores.
Por isso, o Congresso deve aprovar a PEC Emergencial para reduzir o gasto obrigatório do Estado. É possível também, que haja uma mudança na regra do teto de gastos para abrir espaço ao investimento público, dando incentivo à atividade econômica após o isolamento. Frentes de trabalho, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à construção, demolição ou reparo de uma obra, devem ser retomadas para que empregos sejam gerados. Tudo isso, afim de que após a pandemia, a economia se restabeleça e o Brasil possa ser um país melhor.