Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 17/08/2020

De um lado, uma crise catastrófica chamada COVID-19, que além de estar quebrando famílias, por causa das mortes de entes queridos, a economia também. Do outro, um presidente que está mais preocupado com a economia do que com a população e as vítimas do vírus, com o incentivo da quebra da quarentena e a volta do comércio. Então, tendo em vista que a economia só vai melhorar quando o corona vírus diminuir, é essencial que as autoridades entendam a importância de priorizar a população doente.

Primeiramente, o COVID-19 está sendo um problema não apenas nacional, mas internacional também. De acordo com o G1, a OMC, Organização Mundial do Comércio, diz que o comércio global terá uma queda de 32%, e o FMI, Fundo Monetário Internacional, diz que a queda do PIB será cerca de 3% no ano de 2020. Por causa da doença, comércios e empresas tiveram que fechar as portas, e as pessoas tiveram que ficar em casa de quarentena, o impacto disso é gigante na economia, pois sem consumidor final, não existe o produtor, consumidor primário ou secundário, gera-se então uma reação em cadeia.

Certamente, a volta do comércio e o ciclo da economia girar é urgente, mas esse fato só virará realidade quando a pandemia diminuir, por isso é necessário o cuidado com as pessoas doentes, os danos vão ser menores se o tempo da população em situação de pandemia diminuir. Contudo, o presidente Jair Bolsonaro parece ter uma filosofia diferente, ao comentar em uma reportagem disse: " Essa mesma imprensa diz que todos devem ficar em casa. A continuar com o fecha geral não está difícil de saber o que nos espera", referindo-se a quebra da economia.

Portanto, para diminuir os impactos do corona vírus na economia, é necessário que o Ministério da Ciência e Tecnologia deem prioridade para os casos de COVID-19, por meio do investimento na infraestrutura de hospitais, para os profissionais da saúde e indivíduos doentes, e itens de prevenção  disponíveis para a população, como máscaras gratuitas e álcool em ônibus e lugares denominados essenciais. E também é necessário que o Superministério da Economia crie estratégias para a recuperação da economia em um menor intervalo de tempo possível, por meio de pesquisas e reuniões de desenvolvimento para  o plano. Para assim, diminuir os casos, consequentemente os danos e o tempo de sofrimento do povo, e além disso, quando tudo acabar ter um plano para reerguer a nação economicamente.