Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 17/08/2020
Não é novidade para ninguém que a crise econômica mundial se dá pelo fato do isolamento social em massa que está ocorrendo por consequência da pandemia pela qual toda a população está passando. Com isso, é explícita a necessidade de uma correção comercial, em grande e pequena escala.
Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a COVID-19 trará como consequência o pior desempenho desde a Grande Depressão de 1929, e que o PIB pode chegar a recuar em até 3%. Essa situação decadente tem um potencial devastador para a população, nisso estão incluídos o desemprego, a falta de oportunidade, agravamento de situações extremas, e entre outros mais.
Desde o começo da pandemia já se tinham previsões negativas do ponto de vista econômico. Com empresas de grande porte fechando na China, que é considerada uma potência mundial, pode ser gerada uma espécie de reação em cadeia para países com menos potencial financeiro, como o Brasil ou o México.
De acordo com pesquisas realizadas por Ángel Gurría, secretário geral do OCDE, o impacto gerado pelo vírus já é maior que a crise financeira de 2008. “Calculamos que, para cada mês de quarentena, haverá uma perda de 2 pontos percentuais no crescimento anual do PIB." é uma de suas frases publicadas no artigo.
Considerando os pontos acima, é preciso usar de artimanhas inteligentes para não afetar mais ainda a situação atual. E para isso, algumas das alternativas são por exemplo o já utilizado Home Office ou vendas online. Basicamente, a melhor forma de lidar com o problema é realizando a maior parte das atividades dentro de casa, como trabalhar, comprar e vender, de forma que garanta o sustento da população e não afete tão drasticamente a economia.