Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 31/08/2020

Desemprego, miséria e fome. Essas são palavras que retrata o mundo durante e pós pandemia, com uma recessão econômica compatível com a crise de 1929. Já é sabido que uma geração inteira será marcada negativamente com a ascensão do vírus chinês em todos os países do mundo.Tais impactos como: a quebra de pequenos negócios e a eminente miséria ja é um futuro fadado em nossa civilização se não tomarmos as medidas cabíveis.

Desde a dissolução do feudalismo e o gênese do capitalismo comercial na baixa idade média, as pequenas burguesias locais ja eram as responsáveis pelo giro da economia local e a conseguinte redução da fome na Europa. Hoje, os micro-empreendimentos, vulgo burgos contemporâneos, representam cerca de 80% dos empregos no Brasil, segundo levantamento feito pelo Sebrae. E portanto, a sua quebra generalizada, institui um maciço desemprego da classe trabalhadora e donos de pequenos negócios.

Como consequência do desemprego, encontra-se a fome e miséria, fatores sociais já muito abrangentes no mundo e que serão agravados com a pandemia.Pois assim como bem disse o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, a fome e a miséria se tornarão impactos piores que o próprio vírus, tendo que haver um equilíbrio entre esses dois.

Dessa maneira, seja quebra de pequenos negócios seja miséria das camadas mais pobres, os impactos da pandemia do novo coronavírus são desastrosos. Com isso, cabe aos Estados e municípios de todo o país, que se encontram na fase amarela, decretarem o fim da quarentena e ,paralelamente, a fabricação abundante de máscaras e capacetes de modo adjacente com sua obrigatoriedade de uso em todo o território.Para que recuperemos o quanto antes a economia e evitemos colapsos mais estrondosos que o próprio vírus.