Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 10/09/2020
O Coronavírus afetou, profundamente, o mercado financeiro. Prova disso é que segundo um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional(FMI), a pandemia é o pior desempenho desde a Grande Depressão, crise econômica na bolsa de valores dos Estados Unidos em 1929. Ademais, o conhecimento sobre o vírus(COVID-19) é escasso, fato que corrobora para aumentar a sensação de insegurança. Nessa perspectiva, vale reiterar que em momentos de incerteza, os investimentos tendem a diminuir significativamente.
Primordialmente, a corrida contra o tempo na busca pela imunização e os exemplos históricos pioram a situação atual. Nesse viés, a vacina mais rápida do mundo, produzida contra a Caxumba, levou 4 anos para ser efetivada e o exemplo da Gripe Espanhola(1918) a qual matou, aproximadamente, 40 milhões de pessoas, mais do que a Primeira Guerra Mundial que teve 16 milhões de baixas ajudam a causar ansiedade na população e dúvida nos investidores. Logo, os chefes de estados devem buscar investir em pesquisas no setor da saúde para ter uma recuperação financeira rápida.
Outrossim, uma pessoa debilitada mentalmente é equivalente a uma pessoa infectada com o Coronavírus, e um indivíduo doente, seja no aspecto mental ou físico, não tem a capacidade de trabalhar. De maneira análoga, os índices de depressão, ansiedade e estresse aumentaram durante o confinamento, consoante com uma pesquisa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Portanto, o vírus possui um efeito amplo, uma vez que atinge o estado emocional das pessoas, esse impacto pode causar um regresso econômico devido ao menor número de trabalhadores.
Em síntese, a economia e a saúde são setores que dependem um do outro. Destarte, para mitigar esse impasse, os países devem realizar reuniões, com mais frequência, para falar sobre a doença e analisar a saúde mundial. Isso pode ser feito com mais encontros entre as nações do G20( 20 mais influentes) que visem o investimento nas melhores universidades dos países, por exemplo, Havard, UFRJ, Universidade de Coimbra, etc. Só assim, a recuperação econômica será mais rápida, já que a saúde é a base da economia e vise-versa.