Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 15/09/2020

Conforme dados divulgados pelas secretarias de saúde dos estados brasileiros, o número de mortes ocasionadas pelo Coronavírus é de aproximadamente 128.694 pessoas. Em contrapartida, além da crise na saúde, o novo vírus atingiu outros setores da sociedades, entre eles a economia. Dessa maneira, é necessário analisar as causas e as consequências que afligem atualmente e tendem a permanecer no território.

Primeiramente, é importante ressaltar que, a pandemia provocou diversas alterações no modo de vida dos racionais, pois obrigou que os sujeitos se mantivessem em isolamento social e por isso, muitas atividades do cotidiano foram estagnadas. No ano de 1929, o mundo viu ocorrer a quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, que não influenciou apenas a economia norte-americana, mas todos os países. Da mesma forma ocorreu com a presença do vírus inicialmente na Ásia, porém atingiu os demais continentes, inclusive a América Latina. Assim, a situação da humanidade foi alterada e desencadeou outras questões frágeis.

Consequentemente, devido à expansão da área de contaminação do vírus e do mau funcionamento das relações empregatícias e humanas, muitos empecilhos pré-estabelecidos intensificaram-se no território nacional. Para Karl Marx, a economia é a base do Estado, portanto ao ser atingida age diretamente sobre os habitantes. Segundo dados divulgados pelo IBGE, a pandemia fez com que 39,7% das empresas que paralisaram, fechassem, principalmente as que o compõe o setor terciário. Logo, pode-se concluir que o Coronavírus foi um aspecto negativo para o país e que é indispensável deixar de buscar medidas para amenizar a situação vivida.

Portanto, a partir dessa análise, é necessário que o Ministério da Economia em parceria com o Governo Federal, elaborem um projeto gerador e facilitador de empregos para aquelas que não possuem e foram massacrados pelos efeitos da pandemia. O esquema estabelecido deverá contar com um número de vagas considerável para proporcionar oportunidades em larga escala para os necessitados, além de oferecer cursos de profissionalização específicos em determinadas áreas. Busca-se com isso, garantir uma maior estabilidade econômica entre os que sofreram mais o impacto da crise e além disso, diminuir a chance de aumento de outros problemas sociais.