Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/10/2020

Crise de 2020

Desde a quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929, que causou uma grande crise econômica, ninguém imaginaria que haveria outra grande depressão financeira como essa. No entanto, esse pensamento mudou no atual ano de 2020.

Isso porque, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia de 2020 vai registrar a pior performance desde o evento citado anteriormente. Isso já que houve uma quarentena para diminuir o contagio da doença, que levou as pessoas a ficarem mais tempo em casa e consumirem menos. Ocorreu também de milhares de pessoas serem demitidas pois, com os comércios fechados, não haveria como manter os empregados. Segundo o Ministério da Economia, mais de 800 mil pessoas foram dispensadas no Brasil só no mês de março.

Além disso, viagens, negócios e eventos foram cancelados no mundo todo, contribuindo para o agravamento da economia. Dessa forma, para a economia se recuperar levaria muito tempo: anos, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Demoraria todo esse tempo pois um número muito grande de empresas foi à falência e muitas pessoas perderam seus empregos.

À vista disso, seriam necessárias medidas para a economia voltar a girar aos poucos. A mais importante, sem dúvidas, seria continuar respeitando o isolamento social e o uso de máscara. Assim, o contágio é depreciado e, com isso, mais comércios abrirão. Também seria precisa a concessão de créditos para os que necessitam, como o auxílio emergencial no Brasil. Por fim, a reinvenção para os desempregados seria bem-vinda, e assim, usar a criatividade para criar uma fonte de renda.