Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 30/10/2020

Vírus é uma palavra derivada do latim, a qual significa toxina. Essa palavra é usada para designar seres unicelulares que hospedam-se em células e atacam o hospedeiro, replicando-se exponencialmente, causando doenças. O coronavírus é um desses seres e foi capaz de infectar, além de pessoas, a economia mundial, gerando impactos, como desemprego e queda de ações.

Primeiramente, a alta taxa de infecção desse vírus fez com que, rapidamente, já estivesse esplhado pelo globo, demandando ações urgentes das nações afetadas, como o isolamento social. Essas ações paralizaram os setores econômicos durante meses, acumulando despesas. Resultando em, segundo pesquisa divulgada pelo site portal correio, queda de 30% das bolsas mundiais e, somente no Brasil, mais de 700 mil empresas fecharem, culminando em um aumento de 33% das taxas de desemprego.

Ainda sob o mesmo ângulo, os impactos econômicos gerados pela covid ademais de serem imediatos, transcendem o presente e resultam em uma demorada recuperação econômica, como evidencia a reportagem publicada pelo El país, na qual diz que na melhor das hipóteses terá uma queda de 6% no produto interno bruto (PIB) mundial, com possibilidade de recuperação de apenas 5,8% em 2021, entretanto, caso a pandemia recupere sua força, a queda aumenta para 7,6% e a recuperação prevista diminui para apenas 2,8%.

Mediante os fatos elencados, é evidente que a pandemia foi capaz de gerar significativos impactos na economia mundial. Devido a isso, a organização mundial do comércio, juntamente com a organização das nações unidas, deve comandar a união e cooperação das nações, por meio de uma reunião, para implementar descontos em taxas de importação e exportação em matérias-primas, assim auxiliando os países menos desenvolvidos e ajudando os desenvolvidos a aquecerem o setor industrial, dessa forma, retomando a economia mundial.