Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 27/11/2020
No ano de 1904 ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, a chamada Revolta da Vacina, movimento da população contra a obrigatoriedade da imunização. Em contraposição a tal acontecimento, hodiernamente,116 anos após o motim, a expectativa da população mundial encontra-se voltada para formulação de uma vacina contra o covid-19. A descoberta, além da prevenção de mortes, possibilitará a volta, total, de atividades que foram suspensas durante a pandemia, como também a diminuição de gastos públicos, gerados especificamente, para contenção e tratamento do vírus, circunstâncias que acarretaram em graves impactos na economia.
Todos os serviços não considerados como essenciais, que tiveram suas atividades paralisadas, e até mesmo as que permaneceram funcionando sofreram grande impacto financeiro. Com atendimento parcial, gastos com adequação no atendimento e a queda de lucratividade, as empresas, grandes e pequenas, entram em uma grave crise. Frente a tal circunstância, a consequência mais habitual, é a diminuição de contratados, o que, aumenta o nível de desempregados, diminui a renda familiar e por conseguinte o consumo, criando assim, mais um agravante e um ciclo vicioso de recessão financeira. Este declínio das empresas, acaba afetando diretamente o governo, uma vez que, segundo o regime tributário, quanto menor o rendimento, menor a taxa de impostos, o que mantém a sociedade. Essa queda na arrecadação vai em desacordo com o momento atual, em que os gastos públicos aumentaram, principalmente com a saúde. As necessidades específicas para o tratamento do corona vírus, como a construção de hospitais provisórios e a compra de equipamentos, como respiradores e testes, por exemplo.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário, tendo em vista que, a qualidade de vida de um país, depende de uma favorável situação econômica, e que não há uma medida abrupta e que seja totalmente eficaz, a ser tomada nas condições atuais. Por meio de um planejamento de medidas, para a recuperação pós pandemia cabe ao Ministério da Economia realizar pesquisas, sobre como estará a situação do país, incluindo especulações das dívidas, e projeções sobre quais atitudes precisarão ser tomadas, a fim de que haja uma retomada futura mais segura e rápida possível.