Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 26/11/2020
Em dezembro de 2019, foram registrados na China os primeiros casos do coronavírus cientificamente conhecido como COVID-19. A pandemia provocada pelo novo coronavírus já vitimou centenas de milhares de pessoas no planeta. Uma das consequências dessa doença é a crise econômica global, que tem levado ao fechamento de empresas, e milhões de trabalhadores formais e informais estão desempregados, autônomos e sem renda.
O sistema de quarentena flexível foi adotado por diversos países, com o objetivo de evitar contaminações e consequentemente sobrecarregar o sistema de saúde. Esta situação levou a uma diminuição da riqueza produzida, uma queda do consumo e o empobrecimento da população em geral e, portanto, a economia está em baixa. No Brasil, o governo federal instituiu medidas como o auxílio emergencial, o saque do FGTS e empréstimos às empresas. Portanto, debates sobre até que ponto as medidas para conter o vírus são inofensivas para a economia se espalharam em todo o mundo.
Devido ao fato de que os países se tornam cada vez mais interdependentes, até os países com menos casos da doença foram afetados. Uma crise em um país ou região pode afetar vários países ou até mesmo todo o planeta. Espera-se que a vacina esteja disponível no final de 2020 ou início de 2021 e gradualmente haja um retorno a normalidade. O que se segue é que governos de todo o mundo estão retomando com segurança as atividades econômicas para evitar novos fechamentos forçados.
Portanto, os próximos anos serão cruciais para que a economia volte aos níveis pré-pandêmicos, para o governo quitar dívidas, alcançar prosperidade e desenvolvimento, criar riqueza e reduzir a desigualdade socioeconômica. Cabe ao estado atuar na conscientização da população e no desenvolvimento de políticas sociais para amenizar a crise da economia.