Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 01/12/2020

A humanidade está enfrentando um enorme desafio para a sua sobrevivência. Mais de cem anos atrás, o vírus influenza causou uma pandemia, matando dezenas de milhões de pessoas. Agora, um novo vírus conhecido como Corona com poder destrutivo semelhante se tornou o mais recente inimigo da saúde humana. Em apenas seis meses, milhares de pessoas foram mortas. Por isso, técnicos da OMS (Organização Mundial da Saúde) têm desenvolvido alguns programas de prevenção, cujo principal objetivo é reduzir a taxa de infecção para tornar possível a assistência hospitalar à maioria dos pacientes. Diante dessa situação a população se deparam com um dilema: proteger vidas ou a economia.

Ademais, quando o sistema econômico de um país está funcionando corretamente, todas as outras áreas tendem a seguir esse viés. No entanto, o investimento  em saúde, educação, lazer, etc. depende da certeza de que o país receberá um determinado montante em cada período. O atual isolamento social interfere no funcionamento da economia, causando insegurança e temor na sociedade, interrompendo o consumo.

Conquanto, devido à fácil infecção da Covid-19, que pode, muitas vezes, ser letal,  a economia vem sendo atingida, mesmo assim, o Estado tem a responsabilidade de evitar vítimas tanto quanto possível. Além disso, de acordo com dados do FMI (Fundo Monetário Internacional), devido à pandemia, a produção de riqueza mundial será abatida em cerca de 3%. Posto isto, perante atual cenário pandêmico, não há como evitar o impacto na economia. Portanto, mesmo que seja certo que os recursos se diminuirão, vidas devem ser priorizadas

Destarte, a principal estratégia a ser adotada é a proteção de vidas, por isso o governo deve usar as reservas públicas para o combate à doença e desenvolver programas de assistência aos mais vulneráveis. Ademais, é cabível ao Ministério da Saúde, investir em campanhas de conscientização da Covid-19, visando o retorno à normalidade. No que tange a economia, o ministro Paulo Guedes, juntamente como Ministério da Economia, devem investir nas micro empresas, uma vez que os pequenos empresários são cada vez mais afetados, visando o retorno da rotatividade monetária nas camadas populares. Depois que a estrutura econômica básica for resolvida, tudo o mais será ajustado e melhorado.