Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 30/12/2020

A alegoria da caverna, do filósofo grego Platão, descreve a situação de pessoas que não querem reconhecer a verdade, em virtude do medo de saírem da sua zona de conforto. Sob esse ponto de vista, a sociedade brasileira se encontra com a mesma problemática: diversos indivíduos não reconhecem que a pandemia do coronavírus (doença transmitida oralmente que se estabeleceu em todos os continentes do mundo, sendo necessário o isolamento social como maneira de prevenção) acarretou em impactos negativos na economia, prejudicando nos comércios e na transição de pessoas e produtos.

Em primeiro plano, conforme o sociólogo alemão Karl Marx, a base de uma sociedade capitalista é o capital. Com base nisso, é possível perceber a importância deste fator na contemporaneidade, tendo atuação em diversos ramos nos quais são necessários realizar alguma compra, como é o caso de lojas. Com isso, ao adotar o isolamento social como maneira de prevenção do coronavírus, diversos comerciantes tiveram uma diminuição das vendas de seus produtos, como consequência da redução do mercado consumidor, e, posteriormente, tendo um aumento do número de desempregados, pois, os empregadores não possuem dinheiro para pagar seus funcionários, impulsionando a crise econômica brasileira.

Em segundo plano, conforme o geógrafo brasileiro Milton Santos, a globalização (processos em escala mundial) é impulsionada pelo avanço da tecnologia de transporte. A partir disso, com o isolamento social, diversos recursos importantes para o funcionamento da economia global - como é o caso de aeroportos, que transportam pessoas e produtos, por meio de aviões - foram fechados, prejudicando na globalização, e, consequentemente, na atual economia, porque, segundo dados divulgados pelo site de notícias “UOL”, a maioria dos países terão um Produto Interno Bruto (PIB) negativo no ano de 2020.

Observa-se, então, a necessidade de diminuir os impactos da pandemia na economia. Logo, cabe ao Governo investir em programas sociais que tem como princípio a adoção de palestras, com a ajuda de profissionais ligados nessa área, como é o caso de economistas, por meio de redes sociais, com a finalidade de ajudar os comerciantes a aplicar corretamente o seu dinheiro durante o isolamento social, e, consequentemente, reduzir a taxa de desemprego e o fechamento dos comércios. Ademais, o mesmo deve adotar medidas alternativas de prevenção, como: conter o fluxo de pessoas e manter distância entre elas dentro de um estabelecimento, a fim de garantir o funcionamento de aeroportos, reduzindo os impactos negativos. Assim, a alegoria da caverna deixaria de reger a sociedade brasileira.