Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 05/01/2021

A crise de 1929 afetou a economia mundial e fez com que medidas drásticas fossem tomadas, como a queima de café no Brasil para manter estável o preço dele, realizada por Vargas. Atualmente em 2020, o mundo enfrenta uma epidemia global do novo coronavírus, que está afetando todas as economias. Assim, especialistas, inclusive do FMI, afirmam que o desemprego e a falência empresarial são as principais causas para uma futura recessão econômica.

Cabe destacar, em primeiro plano, que o mercado atual possui muita oferta de trabalhadores, mas pouca demanda por parte das empresas. Outrossim, as companhias cortadas gastos para evitar a desvalorização na bolsa financeira, logo, acabam demitindo grandes levas de funcionários que não são tratadas para o seguimento do negócio durante uma pandemia. Assim, com o desemprego em alta, as compras de itens não essenciais são reduzidas, prejudicando pequenos negócios, que entram em falência devido a não rotação da moeda no mercado.

Ademais, conforme Thomas Hobbes, “É dever do Estado garantir o bem-estar da população”. Desse modo, com pouca circulação de moeda, a economia do país tende a piorar, ocorrendo o aumento de preços e, inevitavelmente, da informação. E, dessa maneira, de acordo com o FMI, 80% dos países vão apresentar o recuo da atividade econômica, ainda mais se não for direcionar o dinheiro para as áreas exigidas ao cidadão. Logo, segundo o OCDE, esses investimentos devem ocorrer principalmente na saúde, em diagnóstico e tratamento de pessoas.

Portanto, é visto que o novo Coronavírus afetou negativamente a economia. Devido a isso, é necessário que o Ministério da Economia incentive os bancos a concederem empréstimos a longo prazo para as empresas, para que hajam menos demissões, fazendo com que a moeda circule mais ativamente e a economia mantenha-se estável. Somente assim, o Estado garantirá o bem-estar da sociedade, como afirma Thomas Hobbes, e não precisará tomar atitudes extremas, como a de Vargas.