Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 14/01/2021

Em 1929, ocorreu no Estados unidos uma forte recenssão economica que atinguiu o capitalismo internacional e marcou a decadência do liberalismo econômico, essa crise ficou conhecida como a Grande Depressão e foi causada pela superprodução. Atualmente, vivenciasse uma nova crise economica semelhante, a do Coronavírus. Nesse contexto, vale salientar que o Brasil, é um dos países que mais têm sofrido economicamente por causa da pandemia, isso se deve a falta de dinheiro nos cofres públicos, que tem trazido graves consequências e tem acentuado ainda mais a desigualdades sociais.

Primordialmente, vele destacar a negligencia do Governo diante da grave crise economica de 2020. Ademais, é possível afirmar que o Ministério da Economia não possuia reserva financaira para períodos de crise, pois quando o Coronavírus utrapassou as fronteiras houve um grande aumento do número de desempregados e de pessoas abaixo da linha da pobreza, e o Poder Execultivo que deveria criar políticas públicas para resolver os problemas socias que surguiram e ao mesmo tempo proteger a saúde da população, se manteve apático, alegando falta de verba. Consequentemente, segundo dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2020 houve um crescimento de 4,5% da pobreza e ainda um aumento de quase dois milhões de desempregados. Outrossim, essa falta de dinheiro nos cofres públicos é consequência da corrupção e dos ideias capitalistas arraigados ao Palácio do Planalto.

Por conseguinte, esse sistema de governo neoliberal vingente, aflora ainda mais as desigualdades sociais nesse período de recessão economica. Pois, como afirmou o filósofo alemão Karl Max, o capitalismo busca somente o lucro e não leva em consideração a ética e a moral. Nesse diapasão, vale destacar que a maior parte dos indíviduos de maior poder aquisitivo se tornaram ainda mais ricos, por causa da inflação e da ocilação da bolsa de valores, e os mais pobres se tornaram pobríssimo, muitos desses têm sofrido com a fome, com as perda de seus empregos e de suas moradias, além disso se algum desses desfavorecidos ficarem doentes, não conseguiram um atendimento de qualidade por causa do colapso no sistema público de saúde. Logo, urge uma mudança.

Destarte, é fato que medidas sejam engendradas para que haja reversão desse quadro. É mister, que o Ministério da Economia, em consonância a empresas privadas, criem mais programas socias -por meio de políticas públicas e de investimentos financeiros- esses capital será destinado para aumento do auxílio emergencial e para tiquetes de alimentação para as pessoas de baixa de renda, além disso essa verba será utilizada também para ajudar empresas atráves de emprestimos com baixa taxa de juros, para essas não continuem a falir, com o fito de preservar os empregos e de controlar a fome.