Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 19/01/2021
Durante a pandemia do vírus Covid-19, muitos foram os cidadãos que somaram na alta taxa de desemprego no Brasil, passando por dificuldades financeiras críticas. Em relação a esse período, muitos deles viram o trabalho informal como uma oportunidade de sobrevivência mais independente, seja ela provisório ou não. Entretanto, existem vários riscos neste modo de vida, isso porque não há uma renda fixa e o empreendedor se abstém de direitos como saúde e passagem, serviços que normalmente são cedidos aos empregados de uma empresa.
Primeiramente, vale ressaltar que o trabalhador autônomo, seja ele prestador de algum serviço como motorista de aplicativo, “freelancer” ou vendedor de alimentos feitor em casa pela internet, depende diretamente da sua clientela diária para o recebimento de um salário, gerando a todo o momento a incerteza sobre sua condição monetária.
A ausência de direitos como plano de saúde, férias remuneradas, cartão alimentação, vale-transporte, entre outros, também corrobora a problemática. Para o judicialmente desempregado, os direitos citados se tornam privilégios somente alcançados a partir do sucesso em sua carreira independente, cuja situação é de difícil alcance. Há quem não se incomode ou goste dessa linha tênue entre liberdade e dificuldade, mas é garantido não ser um trabalho para todos.
Portanto fica evidente que o trabalho informal é um risco a ser tomado pelo indivíduo, mas que no momento atual seja sua única opção perante a lei. Existindo neste modo de vida vantagens e desvantagens tanto para com o funcionário quanto para o Estado.