Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 14/01/2021
A economia mundial já passou por diversas crises, tais como: a de 1994 e a de 2008. A primeira refere-se a chamada crise dos mercados emergentes. A segunda ocorreu devido aos empréstimos do ramo imobiliário. No final de 2019, iniciou-se a crise do novocoronavírus na China, que de acordo com os economistas, tornou o ano posterior (2020) o pior ano para o setor econômico desde a recessão de 1929. Contudo, em 2021, a vacina tornou-se uma ferramenta imprescindível para uma melhor projeção do PIB (Produto Interno Bruto) global.
Outrossim, ainda segundo a OMS ( Organização Mundial de Saúde), uma vacinação ampla evitará a perda de 3,4 trilhões de dólares na economia global (3,7% do PIB do planeta) e garantirá uma importante injeção na recuperação de países em desenvolvimento. Além disso, um adiamento da vacina ainda custaria aos países em desenvolvimento US$ 300 bilhões em perdas econômicas apenas em 2021. Dessa forma, caso a imunização não ocorra haverá uma profunda recessão e uma prorrogação do colapso no mercado de trabalho.
Ademais, o Banco Mundial publicou um relatório que estima o crescimento de 3% do PIB brasileiro em 2021. Todavia, o banco internacional regrediu a previsão de crescimento PIB mundial: de 4,2% para 4%. De acordo com o documento, uma perspectiva de menor ritmo de atividade econômica global está associada às economias mais avançadas. Os emergentes devem ter desempenho melhor do que o esperado.
Dessa forma, cabe à necessidade de ações governamentais que garantam a imunização da população. Desse modo, com o vírus controlado, haverá uma recuperação e crescimento das economias em de todo o planeta. Cabe à sociedade aderir as campanhas de vacinação sem nenhum tipo de preconceito por meio de informações mal-divulgadas. Só assim, várias pessoas voltarão aos seus empregos, investimentos e negócios e se recuperarão desse golpe histórico desferido pela doença.