Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 10/04/2021

No Brasil hodierno, a pandemia do Covid-19, já tem choque impactos devastadores na economia o que leva ao pior registro de desempenho desde a crise de 1929, segundo o relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Em face disso, é necessária a criação de um plano econômico e, para tanto, uma população deve mobilizar e pressionar os gestores do Brasil para resolver essa situação que traz tanto os problemas no âmbito econômico e social.

De fato, o primeiro e maior impacto do vírus é a necessidade de distanciamento social e isolamento. Isto implica diretamente no número de pessoas que deixam de sair às ruas para consumir, como antes, ou mesmo trabalhar, sobretudo quem está classificado como grupo de risco. Dessa forma, várias atividades foram paralisadas por ordem do governo para tentar a transmissão do vírus acarretando baixa no faturamento da maioria das empresas, que recorrem ao corte de funcionários para enxugar gatos, e até falência de algumas empresas.

Com efeito, a recessão econômica cresce de maneira exponencial afetando alguns setores da bolsa de valores. Ao mesmo tempo o agravamento da desigualdade provocado pelas políticas neoliberais desde a década de oitenta, parece tornar-se insustentável a atual “conjuntura” em todos os países sobre tudo, entre os mais pobres, em que dominam as estatísticas de mortalidade provocadas pela covid-19. Diante dessa perspectiva, cabe ao governo encontrar os mecanismos de injetar recursos na sociedade e sustentar ou impulsionar uma demanda agregada fortalecendo assim a economia.                                Portanto, faz-se necessário que o governo brasileiro crie um plano econômico cujo objetivo principal seja aplicado por um ajuste fiscal. Assim, é preciso diminuir a carga tributária do país, afinal pesquisas mostram que muitos países, como o Paraguai, que fizeram isso  tiveram um amento no PIB. E, finalmente, uma sociedade deve se mobilizar em prol do avanço nacional.