Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 14/05/2021
Há pouco mais de 100 anos atrás, a Gripe Espanhola contagiou um terço da população mundial. No período, entre os anos de 1918 e 1920, cerca de 50 milhões de pessoas morreram. Inclusive, uma nova epidemia assola o planeta, o vírus da Covid-19, o qual gera vários impactos, como por exemplo na economia. Certamente, uma das áreas que será mais prejudicada é a economia, esse prejuízo ocasiona o aumento do desemprego e a queda nos investimentos na bolsa de valores.
Primeiramente, deve-se lembrar que várias empresas fecharam, e isso cria uma grande onda de desemprego. De acordo com o IBGE, o Brasil bateu recorde histórico no índice de desemprego, 14,4 milhões de pessoas em busca de emprego no período de 2020 dezembro a 2021 fevereiro. Não só os brasileiros estão sofrendo com isso, na Suécia, um dos países que está entre os dez melhores IDH do mundo, houve um aumento nessa mesma taxa. Segundo dados divulgados pela Instituto Sueco de Estatísticas (SCB), registrou uma alta no mês de Junho de 2020, em que o número desempregados se aproxima dos 10%.
Na sequência, pode-se apontar que as ações na bolsa tiveram uma grande queda em todo o mundo. Não é novidade que tal fato aconteceria. No estrangeiro, houve uma queda de 37,31% na bolsa de Milão, já em Nova York observa-se uma queda acima de 25%, até novembro de 2020. Consequentemente, o Brasil não é uma exceção, com quedas acima de 56%, esse número pode ser explicado pela migração em massa para ações mais “seguras”, e a recente maturidade brasileira e a falta de experiência. Além disso, a desvalorização excessiva e simultânea das ações brasileiras, é a reflexão da queda na Ibovespa.
Enfim, conclui-se que para minimizar os impactos causados da pandemia na economia, deveriam criar um projeto de lei que facilitasse a reentrada das pessoas no mercado de trabalho. A partir de decisões vindas do governo, poderiam conceber aos desempregados algum tipo de auxílio, principalmente, que os ajudasse na entrada de uma ocupação. Talvez a criação de um “seguro de renda”, como o seguro-desemprego, entretanto voltado para todos os trabalhadores, incluindo os informais. Deste modo, as taxas de desemprego diminuiriam, aumentando a renda dos empregados e, por conseguinte, a do país que adotar tais condutas.