Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 13/05/2021

Assim como a gripe espanhola, que foi uma pandemia mundial nos anos de 1918 a 1920, o novo Coronavírus, infelizmente, tem afetado o mundo inteiro, tornando crítica a atual situação global. Não só tem causado preocupação nos âmbitos sociais e psicológicos, mas também no setor econômico, como o aumento na taxa de empresas fechadas, seguida do desemprego e automaticamente na diminuição considerável do consumo pessoal, o que tem efeito negativo nesse aspecto.

Primeiramente, é válido evidenciar o crescimento do desemprego que segundo o IBGE, em agosto de 2020 o Brasil alcançou o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), iniciada em maio, representando cerca de 1,1 milhão a mais de pessoas à procura de trabalho e totalizando uma média de 13,7 milhões de cidadãos afetados pela pandemia. Essa é uma informação muito preocupante, e que coloca não só a economia nacional em risco, mas a vida de milhares de famílias.

Na sequência, é importante ressaltar que a queda na renda se reflete na retração de consumo da sociedade. “Essas pessoas passam a consumir menos, cortam gastos e isso afeta nas empresas, que vendem e produzem menos, de forma a alimentar essa sistemática de um ciclo vicioso ruim para a economia”, explica o economista Eduardo Araújo, em uma entrevista dada a revista “A Gazeta”.

Por fim, fica claro que a pandemia assola mundialmente a economia, facilitando o início de uma severa crise. Portanto, para que esse problema seja amenizado no atual momento, os órgãos responsáveis pelas medidas tomadas em relação a pandemia, como o Ministério da Saúde, devem flexibilizar a quarentena a partir de decretos municipais, estaduais e nacionais para permitir que o cidadão possa trabalhar e conseguir se sustentar. Tudo isso a fim de não se repetir o caos da gripe espanhola e passar por esse momento com segurança e sem graves consequências nesse meio futuramente.