Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 14/05/2021

A nova cepa do coronavírus descoberta no fim de 2019 na China, trouxe consigo uma paralização mundial devido à sua alta contaminação e risco à saúde. Além de ser bastante agressiva ao sistema repiratório, não existia formas eficientes de tratamento e nem vacinas, o que propiciou seu alastramento por todo o globo. Como método de impedir seu avanço, o lockdown (confinamento) foi utilizado como principal ferramenta, o que gerou em contrapartida, uma grave crise economica por fechar estabelecimentos “não essenciais”, atrelado ao desemprego e a diminuição do PIB.

Primeiramente, vale destacar que no início, o isolamento contribuiu para a desaceleração dos casos, entretanto esse método se mostra inviável por paralisar o mercado de trabalho. Com as empresas paradas, não é necessário ter a mesma  quantidade de empregados, gera-se então uma onde de desemprego e a consequente diminuição do poder de compra, afetando diretamente a indústria produtiva em um ciclo prejudicial a todos.

Na sequência, evidencia-se que o índice de desemprego chegou a 14,4%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se afirma como principal índice para a diminuição de consideráveis 4,1% do PIB brasileiro, além do défict em outros setores da economia, como o industrial (-3,5%).

Por fim, é visível os grandes impactos gerados pela pandemia do coronavírus, entretanto, existem medidas governamentais que podem ajudar o país a dar a volta por cima e recuperar a estabilidade econômica, como a diminuição das taxas de juros para empresas privadas, que injeta capital no mercado, flexibilizar o lockdown em rodízio para que o setor produtivo não pare, além de promover campanhas de produção e vacinação em massa para que todos fiquem imunes e voltem às atividades normais.