Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 02/06/2021
Segundo o economista Adam Smith, “A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes.” Esse pensamento fica evidente quando a referência é a economia na pandemia. Sob essa perspectiva, as razões motivadoras como desemprego na apademia e o aumento da desigualdade no Brasil, deve ser mudada sem morosidade.
Sob esse viés, o número de pessoas desempregadas subiu e chegou a 12,8 milhões (12,6%) no trimestre de Abril do ano passado- 898 mil a mais do que o trimestre anterior-, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE. Dessa maneira, de acordo com o autor americano William E. Barrett, " Fome não é a pior características do desemprego; inatividade é." Deste modo, comércios e serviços não essenciais tiveram que interromper as atividades ou tiveram drástica redução da demanda.
Ademais, a desigualdade impede que muitas famílias de baixa renda cumpram o isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesse viés, conforme Jean-Jacques Rosseau, em sua obra “Contrato Social”, a desigualdade social surgiu com base na noção da propriedade privada e na disputa por poder em riquezas entre os indivíduos. Sendo assim, pessoas que moram nas periferias precisam deixar suas casas e utilizar o transporte público para assumir os postos de trabalho, muitas vezes, nós serviços essenciais, como supermercado e farmácias.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Dessa forma, a Legislação do Estado, deve desenvolver projetos para garantir a igualdade trabalhista, providenciar medidas que controme que reduzem o desemprego em criar políticas de protecionismo e políticas de incentivos de criação de empregos. Assim, o desemprego no pandemia e o aumento da desigualdade no Brasil não será uma realidade aplicada na sociedade.