Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 05/06/2021

No contexto da Revolução Gloriosa de 1689, Isaac Newton, pensador inglês e criador das três leis da dinâmica, define, na terceira lei, que cada ação gera uma reação. Nesse viés, infere-se que a pandemia do Coronavírus tem acarretado impactos negativos na economia brasileira. Então, torna-se fundamental o debate sobre a falência de empresas e o aumento da taxa de desemprego no país.

Sob esse prisma, é evidente o recuo ocorrido na economia do Brasil, posto que muitas microempresas fechadas suas portas depois da “explosão” da pandemia. Nesse contexto, conforme projeção realizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), apenas 20% de 193 países não com sua economia retraída, em 2020. Nessa perspectiva, saliente-se que dada problemática afetada diretamente a uma sociedade, uma vez que condiciona o aumento da taxa de desemprego no país. Segundo o pensador e filósofo grego Aristóteles, a mudança é desejável em todas as coisas. Destarte, faz-se pertinente a reformulação dessa conjuntura.

Em consonância, cabe ressaltar que o desemprego, que acomete muitas pessoas, tem ocasionado, em grande parte, doenças mentais, como a depressão por exemplo. Visto que, a falta de capital financeiro impossibilita a obtenção de insumos alimentícios, para si e seus dependentes, aumentando, também, as taxas de fome e miséria. Confome a Constituição Federal, norma de maior hierarquia social, promulgada em 1988, e marcada pela transição entre um período autoritário para um democrático, é assegurado ao cidadão, em território brasileiro, o direito à alimentação, todavia, nota-se que esse ideário ainda não atinge toda a população. De acordo com o dramaturgo irlandês Oscar Wilde, o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação advém da insatisfação. Assim, medidas holísticas são extremamente necessárias.

Dessa forma, é perceptível que os impactos da pandemia do Coronavírus, na economia, são um problema a ser resolvido. Logo, é mister que a sociedade se mobilize, por meio de redes sociais, como o Instagram, por exemplo, com “hashtags” sobre o fechamento de empresas e o desemprego, assim como suas consequências na vida das pessoas, visando mudanças nesse quadro deletério. Bem como, o Ministério da Economia, órgão do Governo Federal responsável por fomentar e executar a política econômica nacional, incentive as microempresas, através de verbas, a continuarem seus negócios e não decretarem falência, evitando que aumentem as taxas de desemprego, fome e miséria no país, além de dar o primeiro passo rumo ao progresso descrito por Oscar Wilde.