Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 13/10/2021

Em 1929, a economia mundial foi fortemente impactada por uma grande crise capitalista, ocorrida pela queda da bolsa de valores, a qual causou desordem economicamente. Entretanto, em 2020, outro acontecimento registrou o pior desempenho desde a grande depressão; a pandemia do COVID-19. Logo, países foram afetados drasticamente no setor econômico, evidenciando colapsos empresariais e crescimento da taxa de desemprego.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o surgimento de um vírus mudou a rotina de parte da população assalariada no Brasil. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego bateu recorde na pandemia, chegando a 14,7% no primeiro trimestre de 2021. A carência de aptidão para lidar com crises contruibui para o fechamento de empresas, descarte de funcionários e consequentemente, afeta o comércio brasileiro, colaborando com a queda do PIB e evidenciando a queda de consumo.

Ademais, a falta de preparo contruibui para que os colapsos empresariais sejam mais comuns. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os países podem demorar para se recuperar do impacto causado pelo coronavírus. O secretário da entidade, Angel Gurria, afirma que quase todas as grandes potências sofrerão com uma decadência econômica, portanto, não se obtém estimativa da imensidão de consequências desencadeadas pela crise.

Diante dos fatos, é preciso que a ONU (Organização das Nações Unidas) tome providências para atenuar o quadro atual. Afim de barrar situações de colapsos de grande escala, urge que a A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), aja por meio de conferências que ensinem e auxiliem líderes de todos os países à previnirem e/ou lidarem corretamente com declíneos econômicos. Ademais, o uso de  fundos de investimento pode ser feito para ajudar países que mais sofreram com a crise, a se reeguerem e melhor se desenvolverem.