Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 16/05/2022

A humanidade, no ano de 2021, foi assolada pela pandemia causada pelo agente patológico Covid-19. Com isso, houve impactos negativos em diversos segmentos a nível global. Nesse contexto, no Brasil, além da grave crise sanitária gerada, outro setor impactado foi a economia. Desse modo, gerou desempregos e aumentou as desigualdades sociais no país, já que a maioria dos pólos empragatícios faliram. Ademais, a inércia estatal corrobora o pilar dessa Chaga.

Primeiramente, cabe pontuar que a pandemia gerou milhares de desempregos no país, aumentou a fome e a banalização da educação, uma vez que está não se torna mais essencial diante da crise sanitária. Porém, a ausência de políticas públicas para fomentar a economia influência no revés. Nesse cenário, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísta apresentou dados elevados de números de indíviduos impactados por esse cenário que não conseguiram manter as suas necessidades básicas, como alimentação e aluguel, por essa razão encontram-se em situação de rua. Sob esse viés, observa-se que a classe média conseguiu garantir o minimo existencial, educação, moradia e alimentação, enquanto a classe baixa mais marginalizada se tornou, acentuando as disparidades sociais.

Outrossim, vale destacar que a ineficiência estatal diante do impacto pandemico na economia agravou o desenvolvimento do país. Tal concepção, ratifica se com os dados apresentados pelo Ministério da Economia, no qual o Brasil apresenta o pior desempenho das últimas décadas no Produto Interno Bruto (PIB), resultado da soma de todas as riquezas e serviços do país. Sob tal perspectiva, o filósofo contratualista afirma que há uma ruptura no contrato social, já que os representantes escolhidos não mantém as ações securitárias para que os cidadãos tenham uma vida digna.

Por conseguinte, a fim de reduzir os impactos negativos da pandemia na sociedade, como as disparidades sociais, é necessária a ação do Estado. Nesse sentido, os governantes precisam injetar recursos na sociedade e diminuir os impostos para que os setores se reestruturem e ofertem empregos, além disso deve priorizar a educação, pois é necessária para a ascensão da coletividade.