Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 15/09/2022
A Constituição da República Federativa do Brasil, lei fundamental e suprema do país, de 1988, assegura, no artigo terceiro, os objetivos fundamentais da república, como a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades. Em paralelo, a esse progresso, está o amparo ao povo na pandemia e suas relações internacionais. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importante: os impactos das ações chinesas sobre o mercado global e as estratégias do Brasil na pandemia.
Ademais, é indubitável o compromisso da China em acabar com a Covid-19, ainda em março de 2022, o país impôs novas restrições de tolerância zero em relação ao virus e sua variante omicron. Desse modo, foram duramente atingidas empresas pequenas e grandes, a exemplo, da Tesla e outros fabricantes chineses e taiwaneses de produtos tecnológicos, sem perspectivas de reabertura das fábricas. Portanto, ao isolar grandes cidades e centros industriais, ameaça causar um forte choque em sua vasta economia, colocando mais pressão nas cadeias de suprimentos globais, excasez de insumos e o aumento da inflação.
Outrossim, o notório compromisso do governo brasileiro em adotar medidas mitigadores durante a crise sanitária. Dessa forma, durante o período, houve a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho e o Estado passou a financiar os salários. Abertura das linhas de crédito subsidiaram as firmas e auxílios, a empreendedores informais, microempreendedores individuais e sociais, foram dispendidos. Sendo assim, o país teve que elevar os gastos para fazer frente à crise e sustentar sua economia, elevando a dívida pública.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessária a adoção de medidas que venha a cercear os impactos causados pela pandemia. Por conseguinte, cabe ao Fundo Monetário Internacional, fazer intervenções de amparo a reconstrução economica dos paises afetados, por meio da facilitação do crédito, a fim de que o progresso econômico volte e a dignidade dos povos seja mantida.