Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 30/11/2020
É relevante abordar, inicialmente que desde século XVI a raça negra era vista como uma discriminação racial, que o Brasil em si carrega em sua história 300 anos de escravidão, onde quem nasce negro naquela época era tido como objeto braçal, além de sofrer abusos psicológicos, violências e eram até mesmo mortos.
Com efeito, após a lei áurea muitos negros morreram ou ficaram em situações de extrema pobreza e dado isto já era hora da raça negra ser inclusa de forma justa na sociedade. Nota-se há dessemelhança de um ensino público e privado, fazendo com o que os negros e os pobres saíam menos favorecidos para ingressarem na universidade.
Outrossim, com o surgimento das cotas abriram-se portas temporariamente para que os jovens negros e pobres tivessem uma melhor possibilidade de ingressar em uma universidade. As cotas de alunos negros em universidades é defendida com o pensamento do que os negros viveram e sofreram no passado e as cotas dos alunos de baixa renda e que estudam em escolas públicas é compreendido que estes estudantes são despreparados em comparação aos alunos de renda alta e de escola privada, sendo assim,eficaz o surgimento das cotas para que haja de certa forma uma “igualdade” neste aspecto.
Dessa forma, pode-se perceber que medidas ainda carecem ser tomadas, a criação de instituições para explicar o surgimento e o objetivo de inclusão das cotas raciais e financeiras para as pessoas que tem menos oportunidades,que o governo disponibilize mais vagas ou turmas para estes alunos cotistas, mas mantendo sempre a igualdade para todos. Que o governo junto com o MEC criem novas estratégias de forma de ensino púbico, invistam em profissionais qualificados e os paguem de forma justa, construam mais formas de conhecimento e incentivo a leitura como bibliotecas públicas.