Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 18/11/2020
Desde a revelação do Brasil ao mundo,em 1500 pelos portugueses,os residentes deste vasto e rico país são explorados de diversas maneiras pelos financeiramente mais afortunados.Atualmente,mesmo com todas as reinvindicações por melhorias,essa exploração persiste e causa segregações entre os membros da sociedade.Entretanto,o sistema de cotas universitárias é,sem sombra de dúvidas,uma das maneiras de inclusão e crescimento social mais eficazes dos dias atuais, porém ainda há muito a ser feito.
Em primeiro plano,o crescimento social de jovens menos afortunados.Isso ocorre porque ao conquistarem um diploma de nível superior há maior abrangência de conquistar empregos com salários melhores e repassar essa tendência à seus sucessores,e asim em diante.Dessa maneira,cria-se um menor risco destes de jovens a recorrer a atividades criminosas para o sustento e vivência.
Comcomitantemente a isso,tem-se uma maior interação entre diferentes camadas sociais.Esta interação,com o decorrer do tempo,trará uma ruptura com os preconceitos e esteriótipos enraizados socialmente.Assim como já dito por Mandela:“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”,e o sistema de cotas age exatamente de acordo com esta frase,incluindo jovens carentes ao ensino de qualidade e gratuito para que possam “crescer” individualmente e,consequentemente,promover melhorias sociais.
Portanto,é concreto afirmar que o sistema de cotas universitárias é inclusivo,uma vez que ele promove o crescimento social de jovens carentes e a quebra de preconceitos contra a população mais pobre.